Quem sou
Natural de Braga (1986), iniciou os seus estudos musicais aos sete anos, com aulas particulares de piano, ingressando aos onze anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Durante o Ensino Secundário enveredou pela área de Composição. Diplomou-se em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), onde estudou com vários compositores de destaque da música contemporânea portuguesa. Em 2012, concluiu o Mestrado em Música, sob orientação de António Pinho Vargas.
As suas obras têm sido apresentadas por diversos intérpretes e agrupamentos de referência tais como: Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Algarve, Orquestra Clássica do Sul, Sinfonietta de Lisboa, Coro Ricercare, Sond’Ar-te Electric Ensemble, Quarteto Contratempus, Trio do Sond’Ar-te Electric Ensemble, Síntese - Grupo de Música Contemporânea, entre outros.
Em 2012, apresentou a ópera breve “Inês morre”, no Teatro Nacional de São Carlos, com encenação de Luís Miguel Cintra e direção de João Paulo Santos. Na Temporada 2017-2018 foi Jovem Compositora Associada do Teatro Nacional de São Carlos, sob orientação de Luís Tinoco. Nesse contexto, estreou em 2018 uma obra para narrador e orquestra. É co-criadora do Festival Informal de Ópera que teve a sua primeira edição em 2021, onde apresentou em estreia uma ópera de câmara intitulada “Oráculos & Ladainhas” com libreto de Tiago Schäwbl e direção musical de Jan Wierzba (2021). Em novembro de 2022, estreou a ópera “Lugar Comum”, associada à temática da violência contra a mulher, com texto de Mário João Alves, encenação de António Durães, direção musical de Constança Simas e interpretação do Quarteto Contratempus.
Projetos recentes incluem a composição de uma peça para Orquestra de Sopros que integrará o 22º Estágio da Orquestra Nacional de Sopros dos Templários (julho de 2026) com direção de Alberto Roque e ainda a composição de uma nova ópera, encomenda da Sinfonietta de Braga, que estreará em 2026 no Theatro Circo em Braga, com libreto de Edward Ayres de Abreu, encenação de Manoel Candeias e direção musical de Jan Wierzba.
É docente no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga desde 2013.
Participações em Workshops
2008 – II Atelier de Leitura da Orquestra do Algarve
2009 – 7º Workshop da Orquestra Gulbenkian para Jovens Compositores
2014 – Atelier para Jovens Compositores da Orquestra Clássica do Sul
2016 – IV Fórum Internacional para Jovens Compositores do Sond’Ar-te Electric Ensemble
2017/2018 – Jovem Compositora associada do Teatro Nacional de São Carlos
Atividade como docente
Professora na Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga desde 2013.
Professora de Análise e Técnicas de Composição no Conservatório Bomfim em Braga entre 2013 e 2019.
Professora na Escola de Música do Orfeão de Leiria – Conservatório de Artes entre 2007 e 2014.